Fiquei sentada
naquele chão gelado, chorando, eu não sabia onde estaria Mabel agora, os
médicos a levaram para outra sala, será que ela está viva? Será que já acordou?
Eu precisava ir vê-la, eu prometi a ela que estaria ao seu lado ate a morte,
como uma irmã.
Mais eu estava ao lado dela, não estava? Para com isso Anne, ela não morreu. Ela ta lá, viva em uma cama. E mais uma vez meus pensamentos foram interrompidos por ninguém mais, ninguém menos, do que quem? Tente adivinhar... Cole!
- O que faz aqui ainda? – ele me perguntou fazendo-me esquecer completamente do mundo.
- Eu estou esperando noticias de Mabel, por quê? To proibida disso também? – Falei um tanto quanto irritada.
- Até agora não te proibi de nada, e a Mabel esta no outro quarto, E5.
- Ah, ta, obrigada. – Falei meio sem graça.
Fui ate o quarto em que Cole me falou, que por sinal era bem maior que o B5. Estava indo em direção de Mabel, só que meu telefone tocou, então sai do quarto e fui atender.
-Alô? A Alicia? Como? Quando vai ser? Nossa, que triste. Ok então, tchau. – Desliguei o telefone e fiquei arrasada, minha prima Alicia que é um ano mais nova acabara de morrer. Não entendi muito bem como, acho que foi uma brincadeira de espelho. Quem que brinca com um espelho?
Mais eu estava ao lado dela, não estava? Para com isso Anne, ela não morreu. Ela ta lá, viva em uma cama. E mais uma vez meus pensamentos foram interrompidos por ninguém mais, ninguém menos, do que quem? Tente adivinhar... Cole!
- O que faz aqui ainda? – ele me perguntou fazendo-me esquecer completamente do mundo.
- Eu estou esperando noticias de Mabel, por quê? To proibida disso também? – Falei um tanto quanto irritada.
- Até agora não te proibi de nada, e a Mabel esta no outro quarto, E5.
- Ah, ta, obrigada. – Falei meio sem graça.
Fui ate o quarto em que Cole me falou, que por sinal era bem maior que o B5. Estava indo em direção de Mabel, só que meu telefone tocou, então sai do quarto e fui atender.
-Alô? A Alicia? Como? Quando vai ser? Nossa, que triste. Ok então, tchau. – Desliguei o telefone e fiquei arrasada, minha prima Alicia que é um ano mais nova acabara de morrer. Não entendi muito bem como, acho que foi uma brincadeira de espelho. Quem que brinca com um espelho?
A Alicia era muito
querida por mim, a pesar de brigarmos um monte, sei lá, ela era meio que meu xodó.
Agora terei que ficar todo dia no hospital e cuidar de Mabel não quero perder
ela também, a final, ela e a Alicia eram minhas melhores amigas, claro, sem
contar a Videl, só que eu estava brigada com a Videl, não entendo mais minha
vida... E quando que eu entendi?
Entrei no quarto de Mabel e sentei-me ao seu lado na cama. Sei que não era o melhor a se fazer, mas eu chorei, derramei em lágrimas. Não vou suportar perder Mabel assim do nada, já perdi a Alicia, e seria de mais perder Mabel também.
Entrei no quarto de Mabel e sentei-me ao seu lado na cama. Sei que não era o melhor a se fazer, mas eu chorei, derramei em lágrimas. Não vou suportar perder Mabel assim do nada, já perdi a Alicia, e seria de mais perder Mabel também.
- Se ela acordar vai chorar também, você sabe disso. – Virei
para trás assustada e vi Cole me observando, novamente.
- Desculpe-me, mas acabei de perder minha prima Alicia, não quero perder a Mabel também. Não sei o que fazer.
- Quanto a Mabel não se preocupe, ela vai se recuperar logo está apenas inconsciente, quanto a sua prima, eu sinto muito. – Apenas assenti com a cabeça e voltei meu olhar para Mabel, até que senti alguém puxar minha mão e vi que era cole. – Vamos você precisa ir se acalmar. – Ele tinha razão, eu estava muito nervosa, iria fazer mal a Mabel.
Fomos até uma cafeteria em frente ao hospital. Sentamos e pedimos cada um, um café.
- Desculpe-me, mas acabei de perder minha prima Alicia, não quero perder a Mabel também. Não sei o que fazer.
- Quanto a Mabel não se preocupe, ela vai se recuperar logo está apenas inconsciente, quanto a sua prima, eu sinto muito. – Apenas assenti com a cabeça e voltei meu olhar para Mabel, até que senti alguém puxar minha mão e vi que era cole. – Vamos você precisa ir se acalmar. – Ele tinha razão, eu estava muito nervosa, iria fazer mal a Mabel.
Fomos até uma cafeteria em frente ao hospital. Sentamos e pedimos cada um, um café.
- Então, há quanto tempo você e Mabel são amigas? – Ele me
perguntou fazendo-me pensar quanto tempo faz.
- Desde janeiro desse ano. Nós nos conhecemos há pouco tempo, mas nos conhecemos bastante.
Ficamos conversando um bom tempo, até que ele pediu a conta, eu ia pagar a minha parte, mas ele não deixou, não adiantou eu reclamar. Fomos saindo da cafeteria e iria cada um pra sua casa, até que começou a chover.
- Essa não! – Resmunguei meio alto.
- O que foi? – Ele perguntou meio assustado.
- Começou a chover, e estou a pé, minha casa é longe daqui.
- Se você quiser pode ficar na minha casa esta noite, ela é aqui por perto, e também estou a pé.
- Não irei incomodar? Quer dizer... Nós acabamos de nos conhecer e... – Fui interrompida.
- Não, de jeito nem um, e não ligo que acabamos de nos conhecer, a final, você é a melhor amiga de Mabel, e ela não te deixaria pegar essa chuva toda.
- Você tem certeza? – Ele concordou com a cabeça. – Está bem então.
Fomos até a casa dele correndo, porque ainda estávamos na chuva. A casa deles era maior que eu imaginava, principalmente pela simplicidade que é a Mabel, mas parece que ela não é tão simples como eu pensava.
Entramos e ficamos parados, ate que ele foi ate a varanda fazer um telefonema, enquanto eu ficava sentada num sofá fitando o chão.
- Desculpa demorar, é que nós estamos com um pequeno problema. – Cole falou fazendo-me o olhar confusa.
- Desculpa, mas... “Nós” quem?
- Eu e você. – Ele disse e me encarou sério.
- Como assim? – O encarei mais confusa ainda.
- Minha mãe não vem para casa hoje. Ou seja, estamos sozinhos ate amanha. – Cara, isso seria tenso, Cole não tinha pai, era apenas ele, Mabel e sua mãe. Não que eu não quisesse ficar sozinha com um cara como ele, mas seria estranho.
- Então... O que faremos?
Ele começou a fitar a parede com um ar de pensativo, eu não sabia o que fazer, então voltei a fitar o chão.
- Estou com dor de cabeça. – Falei sem pensar, eu realmente não quis falar, mais falei.
- Eu sei algo que vai ajudar. – Ele falou soltando um sorriso lindo. Se ele estava se referindo ao sorriso, eu assumo que ajudou, e bastante. - Espere ai. E não vale espiar.
-Tudo bem. – Falei devolvendo um sorriso.
Ele foi até a cozinha enquanto eu olhava suas fotos na parede, teve uma que me chamou atenção, então caminhei até ela. Era uma foto muito bonita, esta duas crianças na frente, e uma mulher abraçando eles atrás. Todos sorriam, todos pareciam felizes, era muito fofo.
- Desde janeiro desse ano. Nós nos conhecemos há pouco tempo, mas nos conhecemos bastante.
Ficamos conversando um bom tempo, até que ele pediu a conta, eu ia pagar a minha parte, mas ele não deixou, não adiantou eu reclamar. Fomos saindo da cafeteria e iria cada um pra sua casa, até que começou a chover.
- Essa não! – Resmunguei meio alto.
- O que foi? – Ele perguntou meio assustado.
- Começou a chover, e estou a pé, minha casa é longe daqui.
- Se você quiser pode ficar na minha casa esta noite, ela é aqui por perto, e também estou a pé.
- Não irei incomodar? Quer dizer... Nós acabamos de nos conhecer e... – Fui interrompida.
- Não, de jeito nem um, e não ligo que acabamos de nos conhecer, a final, você é a melhor amiga de Mabel, e ela não te deixaria pegar essa chuva toda.
- Você tem certeza? – Ele concordou com a cabeça. – Está bem então.
Fomos até a casa dele correndo, porque ainda estávamos na chuva. A casa deles era maior que eu imaginava, principalmente pela simplicidade que é a Mabel, mas parece que ela não é tão simples como eu pensava.
Entramos e ficamos parados, ate que ele foi ate a varanda fazer um telefonema, enquanto eu ficava sentada num sofá fitando o chão.
- Desculpa demorar, é que nós estamos com um pequeno problema. – Cole falou fazendo-me o olhar confusa.
- Desculpa, mas... “Nós” quem?
- Eu e você. – Ele disse e me encarou sério.
- Como assim? – O encarei mais confusa ainda.
- Minha mãe não vem para casa hoje. Ou seja, estamos sozinhos ate amanha. – Cara, isso seria tenso, Cole não tinha pai, era apenas ele, Mabel e sua mãe. Não que eu não quisesse ficar sozinha com um cara como ele, mas seria estranho.
- Então... O que faremos?
Ele começou a fitar a parede com um ar de pensativo, eu não sabia o que fazer, então voltei a fitar o chão.
- Estou com dor de cabeça. – Falei sem pensar, eu realmente não quis falar, mais falei.
- Eu sei algo que vai ajudar. – Ele falou soltando um sorriso lindo. Se ele estava se referindo ao sorriso, eu assumo que ajudou, e bastante. - Espere ai. E não vale espiar.
-Tudo bem. – Falei devolvendo um sorriso.
Ele foi até a cozinha enquanto eu olhava suas fotos na parede, teve uma que me chamou atenção, então caminhei até ela. Era uma foto muito bonita, esta duas crianças na frente, e uma mulher abraçando eles atrás. Todos sorriam, todos pareciam felizes, era muito fofo.
-Cheguei, feche os olhos. – Voltei para o sofá de olhos
fechados já. – Agora abra a boca.
- Ai já é de mais né?
- Só abra, confia em mim.
- Claro, por que né, quando você acaba de conhecer alguém você vai pra casa dela, ai você é obrigada a fechar os olhos e abrir a boca.
- Cala a boca e abre logo. – Fiquei quieta e abri a minha boca, ele enfiou alguma coisa La dentro. – Agora come. – Comi, e era até que gostoso.
- O que é isso?
- Gostou?
- Sim, mas o que é?
- Descubra você mesma.
- Ai já é de mais né?
- Só abra, confia em mim.
- Claro, por que né, quando você acaba de conhecer alguém você vai pra casa dela, ai você é obrigada a fechar os olhos e abrir a boca.
- Cala a boca e abre logo. – Fiquei quieta e abri a minha boca, ele enfiou alguma coisa La dentro. – Agora come. – Comi, e era até que gostoso.
- O que é isso?
- Gostou?
- Sim, mas o que é?
- Descubra você mesma.
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